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» Opinião – “Breves considerações sobre a Tributação Ambiental no Brasil” » "Guerra dos Portos" prejudica o progresso? » Por que tão poucas empresas familiares conseguem chegar à segunda geração? » Fiscalização tem foco nos grandes » Copom acelera o ritmo e reduz a Selic para 9,75% ao ano » Qual é a melhor empresa do Brasil? » Petrobras prevê aumentar produção em 367 mil barris diários » Quer investir em imóveis? Confira 10 dicas para se dar bem neste mercado » Como caçar pechinchas no mercado imobiliário » Quer ter sucesso nos investimentos? Veja 10 livros que podem ajudar » Investir em imóveis ou fundos imobiliários? Veja qual a melhor opção

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» Petrobras já captou US$ 18 bilhões este ano, diz gerente da Petrobras em seminário » Fim da transição fiscal » Companhias tiveram menos problemas ao adotar padrão contábil internacional » Indústria e comércio aprovam corte na Selic e afastam riscos inflacionário » Comprar imóvel na planta requer atenção redobrada às finanças » Comportamento identifica se pessoa tende a se tornar inadimplente » Psicologia revela propensão a dar calote » Adiantar 13º é indicado para quem tem dívida; confira condições » Morar ou investir: critérios para compra de imóveis são diferentes, dizem especialistas » Crise: novo patamar de crescimento » 4 estratégias para vender seu imóvel mais rápido » Vencedor do Prêmio Revelação em Finanças em 2010 realiza debate no IBEF SP » Qual o perfil e quanto ganha um consultor? » Fundos imobiliários ganham força no País » Brasil sofre mais para recrutar no setor financeiro » Mercado brasileiro é destaque de palestra no IBEF » Apesar da crise, 75% dos executivos de finanças manterão os investimentos até o final do ano » Executivo brasileiro considera crise atual menos intensa que a de 2008 » Previdência privada cresce, mas controlar recursos tem vantagens » Para executivos de SP, crise atual é menos preocupante que a de 2008 » Redução da Selic agrada comércio e indústria, mas ambos querem novas quedas » COPOM: Para IBEF, corte na Selic foi decisão acertada » IBEF Premia empresas com excelência em sustentabilidade » Qual é a melhor maneira de comprar a casa própria? » Executivos esperam escassez de ofertas até o fim de 2011 » Aplicar em imóveis dispensa fortes emoções » Pesquisa revela que Governança Corporativa agrega valor às empresas » Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos » Para IBEF, alta da Selic compromete a competitividade das empresas no Brasil » Sem surpresa, Copom sobe a Selic pela 5ª vez seguida, para 12,50% ao ano » IBEF SP e KPMG buscam revelações em finanças no setor de seguros » Imóveis: com alta de preços, especialistas comentam se é melhor comprar ou alugar » Análise: Após três anos de alta, preço de imóvel pode cair a partir dos próximos meses » Ibef. Tênis e negócios » Governo lança hoje previdência para atletas » 'BC já vê 2011 como um caso perdido', diz presidente do IBEF » Imóvel deve ser visitado antes da compra no Feirão da Caixa » Transportes Metropolitanos terá 90% de verba liberada em SP » Dividido, Copom eleva juros a 12% » Prepare o seu bolso: os juros devem continuar subindo » Economia brasileira vai bem, mas surgem sinais de alerta

Sem surpresa, Copom sobe a Selic pela 5ª vez seguida, para 12,50% ao ano

Julho 20, 2011

Com isso, os juros básicos da economia permanecem no patamar mais elevado desde janeiro de 2009.

Sem surpresa, o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a taxa básica de juros para 12,50%. É o quinto aumento consecutivo da Selic.A nota distribuída pelo Copom é sucinta:

"Avaliando o cenário prospectivo e o balanço de riscos para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, neste momento, elevar a taxa Selic para 12,50% a.a., sem viés."

Repercussão:

Fecomercio SP - "O aumento de 0,25 pontp percentual da taxa Selic desagrada a todos os setores produtivos, uma vez que não reflete o momento econômico brasileiro, pois reduz investimentos e o consumo. Em termos práticos, o IPCA e o INPC mostraram forte desaceleração nos últimos dois meses e a componente sazonal da inflação se confirmou. Para a Fecomercio, os aumentos anteriores já foram excessivos. No terceiro mês de redução da inflação, aumentar a Selic merece a crítica veemente do setor privado e dos consumidores, vítimas dos custos da elevação dos juros.

O valor do financiamento das Pessoas Físicas e das Pessoas Jurídicas soma hoje cerca de R$ 1,1 trilhão. Cada ponto percentual de juros, portanto, custa para empresas e consumidores R$ 11 bilhões a mais ao ano. Entre novembro de 2010 e o atual momento, a taxa média de juros subiu cinco pontos. Dessa maneira, o setor produtivo e o consumidor vão pagar em média R$ 55 bilhões a mais de juros somente como efeito da política monetária conservadora do Banco Central.

IBEF-SP - “A definição do Copom nos mostra mais uma vez que a entidade não abrandará um cenário de aumento de preços. Ainda existe a expectativa de mais uma alta de 0,25 pp nos próximos meses até atingirmos o patamar de 12,75% ao ano, pois caso contrário a opção pelo encerramento do ciclo de alta agora soaria contraditória ao discurso feito pelo próprio Banco Central. Mesmo assim, dado ao momento de incertezas no cenário externo, chances de crise em alguns países desenvolvidos, se torna mais difícil colocar a inflação no centro da meta (4,5%) no final de 2012.

Ao mesmo tempo, entendemos que um patamar elevado da taxa básica de juros compromete a competitividade das empresas no Brasil, e sentimos que existe a necessidade de adoção de mais medidas estruturais por parte do governo, como corte de despesas privilegiando investimento, reforma tributária, desoneração dos encargos sociais e melhoria da infraestrutura para nos colocar em condições de igualdade de competição com outros países, atraindo ainda mais investimentos para o país”.

CNDL - "A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas lamenta a decisão e reitera que ao tentar esfriar a economia e o crescimento interno os diretores do Banco Central acabaram por desferir um duro golpe no bolso do cidadão comum, que terá de arcar com custos ainda maiores em financiamentos além de conviver com os juros reais mais altos do mundo".

O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, avalia que os ajustes na política monetária têm provocado efeitos colaterais na taxa de câmbio, com o dólar recuando frente ao real para a menor patamar desde 1999, em função da maior atratividade para o capital especulativo. “Como resultado, no ano, o fluxo cambial, que mede as entradas e saídas de recursos do País, já é praticamente o dobro do de 2010”, avalia Pellizzaro.

ACSP - "A decisão já era esperada pelo mercado, mas consideramos que, tendo em vista o cenário externo de incertezas, e a trajetória recente da inflação, a taxa básica deveria ter sido mantida, mesmo que fosse com um viés de alta", diz o presidente da Associação Comercial de Sâo Paulo, Rogério Amato. "A taxa Selic já está muito elevada e seu impacto vem se fazendo sentir mais na produção do que no consumo, além de contribuir para uma valorização ainda maior do Real".

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