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Aplicar em imóveis dispensa fortes emoções

Agosto 23, 2011

Luis Augusto Amoedo

Por que o investimento em imóvel é sempre visto como um bom negócio, principalmente em tempos de crise, como a que se avizinha? Volta e meia, a presidenta Dilma diz que o Brasil está preparado para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional que mais cedo ou mais tarde baterão à porta.

O curioso é que ninguém sabe exatamente a magnitude da crise, nem como ela atingirá o bolso do cidadão, nem suas aplicações financeiras. Mas há motivo para sérias desconfianças, afinal as ações na Bovespa começam a virar pó e tome-se como parâmetro o investidor Eike Batista, que numa tacada perdeu dois bilhões de reais.

E a isso acrescente-se que mais de 12 mil pessoas físicas deixaram a Bolsa.

De pequenos a grandes investidores, todos procuram colocar uma parte de seu capital em imóveis, aqui no Brasil, como também na Europa e nos Estados Unidos e até mesmo no Chile e no México. Nesses países, a participação do mercado imobiliário no Produto Interno Bruto chega a 15%, como no caso do Chile, enquanto no Brasil ele fica em 4%.

No livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”, o economista e vice- presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças, Luiz Roberto Calado, descreve o imóvel como uma aplicação palpável, ou seja, diferentemente de papéis, como ações e ouro, o imóvel é tangível.

Salvo se acontecer um terremoto, ele está lá e sua valorização depende da localização e do momento da economia. Nos primeiros dois anos e meio a três de construção, o imóvel pode se valorizar até 50%.

Mas como ensina o ditado popular, não existe almoço grátis, daí os ganhos volumosos oferecidos pelo mercado financeiro podem muitas vezes desaparecer rapidamente e exibir um tremendo prejuízo. Que o diga a Bovespa, que já viu sumir mais de R$ 100 bilhões, por conta da crise financeira internacional.

No caso da aplicação em imóvel usado, é possível ir ao cartório e se certificar se o dono não tem alguma pendenga com o fisco ou qualquer outro credor, público ou privado. Se o imóvel estiver na planta, uma consulta sobre a construtora ou a incorporadora dirime qualquer dúvida. Como ensina Calado, o imóvel é um bem palpável, os outros são virtuais ou papéis.

Fazer aplicação para obter retorno é a busca de todo cidadão que age para proteger seu capital, amealhado na labuta diária e obrigado a repassar parte de seu sucesso para um sócio que nada lhe dá de retorno, estou falando dos governos e a carga excessiva de impostos massacrantes incidindo sobre a renda do cidadão.

Nesse momento, o imóvel ganha maior realce em razão do que pode acontecer no Brasil face a crise financeira dos EUA e da Europa. Na comunidade europeia, os governos estão endividados de tal maneira, que Grécia e Portugal são dados como insolventes. Um programa para colocar as finanças desses países no lugar exigiria um brutal corte de despesas públicas, em saúde, educação, salários, aposentadorias e uma forte elevação de impostos. Nos Estados Unidos, o governo não consegue aquecer a economia e teme que o país entre em recessão.

Pelo menos até 2013, a economia norte-americana estará no limbo, com os juros entre zero e 0,25% e consumo em baixa. Aplicar em imóveis torna-se um porto seguro, para quem não deseja viver fortes emoções, que nem mesmo a Dilma sabe medir o tamanho da encrenca que está por vir.

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