NOVIDADES

A-
A+

Edições de 2015

» Empresário assume Vice Presidência no Conselho Diretor Nacional do IBEF » Instituto realiza atualização permanente do cadastro dos seus associados

Edições de 2013

» Retenção de talentos será tema do próximo café da manhã » Prêmio IBEF de Sustentabilidade celebra práticas empresariais sustentáveis » Custo da burocracia para a abertura de capitais » Congresso Nacional de Executivos de Finanças será em outubro » Notícias publicadas sobre o IBEF-PE disponíveis no site » Opinião: associados podem colaborar com as “Palavras do IBEF-PE” » Executivos conhecem projeto que revitalizará área portuária do Centro do Recife » Conef 2013 será em outubro no Rio de Janeiro » Sustentabilidade da economia brasileira e pernambucana só é possível com o fim de antigos problemas fiscais e de infraestrutura » Posse da diretoria nacional conta com a presença de presidentes das seccionais do IBEF » IBEF apoia reequilíbrio das dívidas dos estados e municípios com a União » IBEF-PE com foco na divulgação de suas atividades e comunicação com associados » Site institucional reformulado » Conselho Diretor conta com novos integrantes e configuração » IBEF-PE é destaque na Revista Algo Mais » Poupança registrou captação líquida de R$ 2,3 bilhões em fevereiro » Copom mantém taxa Selic em 7,25% ao ano » Os 5 vilões do endividamento » Dívida nem sempre é ruim; especialistas explicam o porquê

Edições de 2012

» Opinião – “Breves considerações sobre a Tributação Ambiental no Brasil” » "Guerra dos Portos" prejudica o progresso? » Por que tão poucas empresas familiares conseguem chegar à segunda geração? » Fiscalização tem foco nos grandes » Copom acelera o ritmo e reduz a Selic para 9,75% ao ano » Qual é a melhor empresa do Brasil? » Petrobras prevê aumentar produção em 367 mil barris diários » Quer investir em imóveis? Confira 10 dicas para se dar bem neste mercado » Como caçar pechinchas no mercado imobiliário » Quer ter sucesso nos investimentos? Veja 10 livros que podem ajudar » Investir em imóveis ou fundos imobiliários? Veja qual a melhor opção

Edições de 2011

» Petrobras já captou US$ 18 bilhões este ano, diz gerente da Petrobras em seminário » Fim da transição fiscal » Companhias tiveram menos problemas ao adotar padrão contábil internacional » Indústria e comércio aprovam corte na Selic e afastam riscos inflacionário » Comprar imóvel na planta requer atenção redobrada às finanças » Comportamento identifica se pessoa tende a se tornar inadimplente » Psicologia revela propensão a dar calote » Adiantar 13º é indicado para quem tem dívida; confira condições » Morar ou investir: critérios para compra de imóveis são diferentes, dizem especialistas » Crise: novo patamar de crescimento » 4 estratégias para vender seu imóvel mais rápido » Vencedor do Prêmio Revelação em Finanças em 2010 realiza debate no IBEF SP » Qual o perfil e quanto ganha um consultor? » Fundos imobiliários ganham força no País » Brasil sofre mais para recrutar no setor financeiro » Mercado brasileiro é destaque de palestra no IBEF » Apesar da crise, 75% dos executivos de finanças manterão os investimentos até o final do ano » Executivo brasileiro considera crise atual menos intensa que a de 2008 » Previdência privada cresce, mas controlar recursos tem vantagens » Para executivos de SP, crise atual é menos preocupante que a de 2008 » Redução da Selic agrada comércio e indústria, mas ambos querem novas quedas » COPOM: Para IBEF, corte na Selic foi decisão acertada » IBEF Premia empresas com excelência em sustentabilidade » Qual é a melhor maneira de comprar a casa própria? » Executivos esperam escassez de ofertas até o fim de 2011 » Aplicar em imóveis dispensa fortes emoções » Pesquisa revela que Governança Corporativa agrega valor às empresas » Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos » Para IBEF, alta da Selic compromete a competitividade das empresas no Brasil » Sem surpresa, Copom sobe a Selic pela 5ª vez seguida, para 12,50% ao ano » IBEF SP e KPMG buscam revelações em finanças no setor de seguros » Imóveis: com alta de preços, especialistas comentam se é melhor comprar ou alugar » Análise: Após três anos de alta, preço de imóvel pode cair a partir dos próximos meses » Ibef. Tênis e negócios » Governo lança hoje previdência para atletas » 'BC já vê 2011 como um caso perdido', diz presidente do IBEF » Imóvel deve ser visitado antes da compra no Feirão da Caixa » Transportes Metropolitanos terá 90% de verba liberada em SP » Dividido, Copom eleva juros a 12% » Prepare o seu bolso: os juros devem continuar subindo » Economia brasileira vai bem, mas surgem sinais de alerta

Redução da Selic agrada comércio e indústria, mas ambos querem novas quedas

Setembro 01, 2011

A decisão do Copom de reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 pontos percentual, passando de 12,50% ao ano para 12% ao ano, foi relativamente bem avaliada pelos segmentos da economia brasileira. Tanto os principais representantes do comércio quanto da indústria comemoraram a decisão, mas frisaram que a taxa deve continuar caindo nas próximas reuniões.

Já os representantes da classe trabalhadora foram mais críticos quanto a decisão, avaliando que a redução poderia ter sido muito mais intensa.

Indústria: Fiesp quer redução mais intensa

Um dos principais representantes da indústria a aprovar a redução da taxa Selic foi a CNI (Confederação Nacional do Comércio), que viu na decisão um “importante passo dado pelo Copom para enfrentar as dificuldades que a economia brasileira começa a sentir com a nova fase da crise mundial”, segundo nota oficial enviada à imprensa.

A CNI ainda lembrou que esse novo ciclo de flexibilização monetária ocorre em conjunto ao uso mais intenso da política fiscal. Na sua visão, essa nova “postura no equilíbrio da utilização das políticas monetária e fiscal é uma necessidade, pois torna possível reduzir os juros e manter a estabilidade econômica”, afirmou a CNI.

A confederação avalia como “absolutamente necessário” esse novo mix de política adotado pelo governo, apesar de avaliar que exigirá maior esforço no controle dos gastos. “Como já há aumento de despesas assumidas para 2012, é fundamental conter a expansão dos demais dispêndios, sob pena do aumento dos gastos acima do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) dificultar a redução mais rápida dos juros”.

Outro importante representante do setor industrial, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), viu na redução de 0,50 ponto percentual da taxa Selic uma postura muito tímida diante do complicado quadro econômico, doméstico e internacional, que está se configurando.

O presidente da Federação, João Guilherme Ometto, afirmou que “só uma forte redução de juros pode fazer com que o País mantenha o ritmo de crescimento, sem comprometer o controle dos preços. Hoje ainda temos no Brasil o que o resto do mundo não tem, a demanda interna. Ao manter os juros elevados, o Copom acaba retraindo o consumo e trazendo para o Brasil os efeitos da crise internacional".

Comércio: decisão aprovada, mas esperam mais

Os representantes do comércio no Brasil comemoraram a redução da Selic, mas ainda esperam que o Copom realize novos cortes nas próximas reuniões. Nesse sentido, a Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) avaliou a decisão do Copom como ‘razoável’ para este momento, sublinhando sua expectativa de que nos próximos meses ocorra uma evolução da queda da taxa Selic.

“O País continua com a maior taxa real de juros e a terceira maior taxa nominal de juros do mundo”, pontuou a Fecomercio, ainda afirmando que suas projeções quanto ao crescimento do PIB são menores do que as oficiais, reflexo principalmente dos efeitos da alta taxas de juros sobre o financiamento, o consumo e da valorização cambial excessiva, que “não chega a provocar uma desindustrialização, mas retira competitividade dos manufaturados nacionais”.

Para a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), a posição do Banco Central na condução da política monetária sinaliza um horizonte positivo quanto ao crescimento econômico do Brasil. Ainda, complementa que a decisão vai de encontro com outros importantes setores do governo, como os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento que, além da própria presidente Dilma Rousseff, seguiam firmes na defesa a uma redução gradual da Selic.

A CNDL ainda pontuou que a decisão era justamente a resposta que o Brasil esperava do governo, e “a postura do Banco Central nesse momento é motivo de orgulho para o movimento lojista, que espera sempre poder contribuir com o desenvolvimento do País”.

O presidente da Confederação, Roque Pellizzaro Junior, ainda observou que decidir a taxa de juros olhando apenas a inflação corrente sempre foi um erro, “principalmente porque o que se vê hoje é que a pressão mais forte se concentra nos alimentos e nos serviços, e ninguém compra bife ou corta cabelo no crediário”.

Sindicato: ‘governo atua na contramão da produção e da geração de empregos’

Para os representantes dos trabalhadores, a redução na taxa foi uma ação correta, porém, muito tímida. De acordo com o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, ainda há espaço para reduzir mais intensamente a taxa Selic, principalmente por conta do ajuste fiscal anunciado recentemente pelo governo.

“Mais uma vez o Banco Central mostrando-se surdo aos apelos da classe trabalhadora, frustra os nossos anseios por uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Silva, ainda pontuando que a Força Sindical não vai desistir de realizar protestos para pressionar o governo, que, segundo sua avaliação, parece estar atuando na contramão da produção e da geração de empregos.

Mercado financeiro: decisão correta

O presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo, Keyler Carvalho Rocha, avaliou como correta a postura do Copom ao cortar a taxa Selic. Ainda avaliou que o “corte de 0,50 pp vai ao encontro do que já está sendo verificado hoje em relação aos juros futuros, que já estão mais baixos”.

Rocha ainda afirmou que o início de um ciclo de cortes dos juros básicos reduz o peso da dívida interna para o governo, que é significativa. Por fim, disse que “a decisão do Copom, iniciando agora o ciclo de cortes dos juros, aliada aos compromissos fiscais do Governo, constituem o cenário que consideramos ideal para o País”.

A-
A+

PATROCINADORES




Desenvolvido por: